Célula dos Artistas e uma reunião que todos que nela participam são como representantes do resgate desse movimento da cultura cristão. Fé x Arte.
Como artistas queremos Louvar e Adorar o Artista Maior: nosso Pai, o Criativo Criador. Queremos levantar vozes e mãos aos céus em gratidão pelas nossas raízes e nossa identidade cultural.
Como bem sabemos, nem sempre isso é possível entre irmãos, por causa da maneira cruel como as nossas raízes foram negadas, e até mesmo demonizadas, por uma teologia não contextualizada que nos antecedeu.
Uma reunião onde compartilhamos experiências enquanto artistas, sobre a nossa fé e cultura regada pela comunhão, estudo da Palavra e oração.
Como artistas queremos Louvar e Adorar o Artista Maior: nosso Pai, o Criativo Criador. Queremos levantar vozes e mãos aos céus em gratidão pelas nossas raízes e nossa identidade cultural.
Como bem sabemos, nem sempre isso é possível entre irmãos, por causa da maneira cruel como as nossas raízes foram negadas, e até mesmo demonizadas, por uma teologia não contextualizada que nos antecedeu.
Uma reunião onde compartilhamos experiências enquanto artistas, sobre a nossa fé e cultura regada pela comunhão, estudo da Palavra e oração.
É uma delícia!!! Na primeira vez que participei me senti em casa!!! Parecia que já conhecia todos de longa data rsrs. É um "lugar" onde todas as pessoas são livres para comentar, questionar e testemunhar!!! Glória a Deus por tudo!!! É tão bom, que a dificuldade é terminar a reunião... rsrs Muito obrigada pelo acolhimento ;) Que Deus continue nos abençoando a cada dia mais e mais!!!
ResponderExcluir"O Senhor confia os seus segredos aos que O temem, e os leva a conhecer a sua aliança." (Sl 25:14) ALELUIA!!!!!1
ResponderExcluirO MAIS IMPORTANTE
ResponderExcluirNeste existir
O que vou fazer?
O que é importante construir?
Que ação ter?
Perguntei-Lhe eu,
O qual me respondeu:
A única ação de valor,
É amar com o meu amor,
Pois tudo passa...
Só o amor não acaba.
E me disse ainda:
Cumpre tua missão de amar,
Num gesto que não finda...
Num gesto sem terminar!
Por Helder Duarte